Como está a Justiça em Portugal?

segunda-feira, 22 de março de 2010

"Isto é Tudo um Economicismo"

Meus Caros, soube há umas semanas que tudo o nosso mundo é um economicismo, isto afirmado com grande choque e represa por este mundo consumista e ligado à máquina que um dia irá devorar o Homem numa espiral de facilitações e botões que a nada mais levarão, senão a um facilitismo prático e a uma debilidade mental.
Teorias das conspiração salpicadas com umas idealogis extremistas, vindas de um individuo que parece não estar nesse eixo político. Realço que não estou a tecer comentários nem injúrias a qualquer e todo o tipo de ideologias, respectiva afirmação e militância, sendo de notar que é importante uma variedade de ideologias políticas. Além do mais, os autores deste blogue não estão, até à pesente data, filiados em partidos e este blogue não se destina a discutir ideologias políticas, não se envolve em "politiquices" nem afirma nenhuma, mesmo que «pseudo» militância, ou apoio a nenhum partido ou ideologia política.
O mundo evoluiu.
O mundo cresceu e aprendeu a dar-se com ele mesmo.
Se é bom, discutível.
Se se pode voltar atrás, não.
Se é mau, discutível.
O mundo gira na economia, os poderosos são os que melhor desempenham economia, os ricos e poderosos.
Quiçá, Portugal não se afirma por causa disso (deixarei este tópico para o 3º dos textos).
Não devemos ter medo da economia, devemos aliar-nos a ela e construir um país estável e seguro de si, baseado em alicerces firmes e sólidos mas que mesmo assim nos permitam a sua manuntenção.
Saíamos da poltrona dos pensamentos abstractos. Numa sociedade e na vida política, devemos ter cuidado com as abstracções, pois, como dizia Kant, "Isso é válido em teoria, mas de nada vale na prática". É esta correlação de teoria e de prática que nos prende ao concreto e nos permite apenas uns leves suspiros de abstracto
Largar o cadeirão, o cachimbo, o solipcismo, o pensamento abstracto, o discutir tudo, o por tudo em causa, o acreditar só no real, o criticar a máquina, filho pródigo das péssimas ciências exactas.
È muito bonito discutir teorias e sou dos primeiros a partir para o abstracto nesses casos, mas no que toca a política, a sociedade, parte-se do concreto, das necessidades reais de um país e de uma população asfixiada em burocracia, impostos e desemprego. Em salvaguardas travestidas em magos de horizonte. Em ilusionismos débeis que nos mostram a cauda na cortina mas à qual não olhamos por medo, talvez, receio, não sei...
Isto é tudo um economicismo e não é com o despertar do medo e posterior partida com iphone na mão, chave do carro na outra, auriculares nos ouvidos, óculos de sol, salto alto... e cair na realidade.
"Gente a cair é o que há mais".
É verdade isto é um economicismo. São acções, empresas, finanças, empréstimos e spreads, palavras caras que não conhecemos sem querer. Devemos confretenizar com o economicismo e, mesmo criticando e despertando para a realidade que estamos a cair numa sociedade de facilitismos, mas admitir, também, que gostamos desse facilitismo (se não gostássemos andávamos todos a pé).
Não tenhais medo do economicismo. Aprende a viver com ele. Parte de ovem com o mínimo de conhecimentos para viveres num mundo com muitas regras económicas de forte carácter social e político.
Isto é tudo um economicismo e é por isso que nos debruçamos sobre a econoomia, sobre este país que caminha além do precípicio, fechando os olhos e rezando a um Ente Superior, não que não caia, mas que caia num sítio «fofinho», como sempre se fez em Portugal.
Isto é tudo um economicismo!...

Obrigado

Novo Capítulo - Economia

Boa Tarde
Perante os recentes acontecimentos, o blog da Geração 21 debruça-se agora sobre a economia deste país. Numa série de 3 textos, Isto é tudo um economicismo, O PEC peca por ser Privatizador e, por ultimo, Noções Básicas de Economia para Portugal a curto, médio e longo prazo.
Posto isto, encerro o tema da liberdade de expressão, que voltará para mais desenvolvimentos, e começo a dita série de temas ligados à economia. Pretendo assim alertar para os assuntos concretos de economia, na sua vertente mais prática, sendo de frisar que nenhum de nós estuda economia ou está directamente ligado a ela, sendo os conhecimentos de carácter puramente prático e, quiçá, proveniente de leituras relacionadas.
A todos os que acompanham um grande obrigado por incentivarem este movimento de jovens que pretende "pegar o mundo pelos cornos da desgraça e fazer da tristeza graça".
Obrigado
Geração 21

terça-feira, 9 de março de 2010

Liberdade de Expressão (I)


Fala-se muito a liberdade de expressão, em especial da sua não cooexistência com os poderes políticos e judiciais. Fala-se muito da liberdade de expressão e de um novo lápis azul que deambula por esquinas e fachadas perseguindo o que quer e riscando o que lhe mandam. Fala-se muito na liberdade de expressão, mas nos devidos efeitos da sua concretização, ela esconde-se.

Ninguém se preocupe, temos salvador(es)!!

O parlamento (poder político) vai investigar se a liberdade de expressão, em concreto de certos Jornalistas e de certas redacções(poder "social") voi adulterada por políticos e em concreto pelo governo e respectivos subordinados (poder político). Peço desculpa às sensibilidades frágeis mais é uma redundância colocar o poder político, mesmo que numa reunião de "Ética" a investigar ele próprio o poder político. Subordinados do governo protegem o governo. Oposição agarra armas para lutar. Não ficaremos convencidos, mesmo com 50 convidados especiais penso que a dúvida ficará e irá deambulando vagorosamente no tempo tal como o freeport, a face oculta, etc.

Mário Crespo levou uma camisola afirmando que não tinha sido processado por José Socrates. Manuela Moura Guedes contou a história completa das suas desavenças já com Cavaco Silva e todos os outros, com reincidência em José Sócrates. Ilibou Guterres...

Um circo.

A liberdade de expressão deve sim ser preservada mas deve-se ter cuidado com a mistura de poderes, político e social, social e pessoal. Se se afirmam jornalistas, enfatizando o facto de que não deixam de ser cidadãos, na qualidade de JORNALISTAS não podem de modo algum opiniar. Um jornalista, meus caros, não opina, transmite informação e factos factuais, reais, com provas com certezas e sem especulações. Se quer escrever crónicas criticando algo político, alguma situação, não assine como jornalista, assine como cidadão (independente). Não admito censuras a cidadãos, não acho correcto quebrar a liberdade de expressão. Agoa a grupos profissionais com códigos deontológicos acho que deve existir alguma contenção na forma como, no acto da sua profissão e de serviço público, expressam a sua opinião que muitas vezes não nos interessa.

Limitemos à nossa situação.

Não sejamos hipócritas.

Penso que a liberdade e com incdência na de expressão tem pano para mangas a ser discutido. E pode-se afrmar que não sou dos mais entussásticos apoiantes das liberdades individuais e colectivas, mas acho importante que o cidadão se expresse e participe na via política social da sua socdae, que seja uma parte activa nela.


Obrigado

sexta-feira, 5 de março de 2010

(In)Justiças

Eu hoje revolto-me. Revolto-me contra aqueles que cometem as injustiças, por aqueles que se calam e por aqueles que não deixam falar. Por todos e por ninguém, por ti e pela tua sociedade, é importante que te apercebas da quantidade de injustiças que à tua volta apelam ao teu não bom - senso. Apelam ao silêncio, á indiferença ao deixa andar. Tu não te cales. O silêncio é a arma dos fracos perante o perigo ou a arma dos fortes perante a injustiça. O silêncio é a arma que tudo, nada pode salvar. É na voz que te deram que reside a maior arma de todas, alia te a ela e ao teu eu e alista te nas fileiras, dos que , como nós apelam a justiça, á igualdade e sobretudo á oportunidade. Se um cidadão e não uma alma penosa que chora pelo deserto por não ter água mas que também nada faz para sair dele. É por isso que aqui estamos. Defendemos a justiça e defendemos a sociedade que fala. Defenderemos os que estejam disposto a lutar e os que não se queiram calar pela injustiça. Não esquecendo que É pior cometer uma injustiça do que sofrê-la, porque quem a comete transforma-se num injusto e quem a sofre não.", dito por Sócrates. Agora será assim?
Neste blog queremos expor a justiça como nunca foi exposta, as entranhas saltaram ao de cima e tu escolherás o que fazer por elas. Se tudo está mal? Não. Aproveita-se o que se tem, só preciso de um arranjo. Serás o juiz, o carrasco, a testemunha, o arguido, o advogado. Serás o que quiseres ser no âmbito da justiça. Apresentaremos um caso de justiça que defenderemos e refutaremos de acordo com leis técnicas e infalíveis ou simplesmente aquelas que temos, pela voz e pela moral. Tu decides, serás a justiça de vendas hasteadas e ouvidos abertos . Compararemos a vossa decisão com uma realidade por nós conhecida, aquela que se passou num dito espaço respeitável, um tribunal real com personagens reais. Sem artifícios nem estratagemas, tentaremos ser claros e concisos nesta etapa. Seguidamente, esmiuçaremos a justiça, aqueles todos que a tentam defender, desde o sub sub-secretário do segurança até ao procurador e ao ministro. Pois sem eles a justiça não funcionaria como funciona hoje, funcionaria melhor, mas isso sou eu que o digo, vós direis no final o que achas.
Mas e os políticos, os barões e as elites desta sociedade? Que propõem eles? O que dizem das justiças e das injustiças? Servos á transmitida de forma imparcial sem ter em conta orientações politicas e/ou partidárias, ideológicas nossas.
Finalmente, dá-se o poder ao povo. A nós. O que propomos para a justiça neste país e o que este pais propõe para a justiça, serão vocês, sim nós, os jovens de hoje, os ditos políticos de amanha e teremos a responsabilidade de endireitar a nossa nação, a ergue - la de onde está e a empurra-la para uma nação justa, desenvolvida económica e socialmente.
Com as melhores intenções, sem querer cometer quaisquer injustiças, procedemos á abertura da sessão, agradecemos a vossa participação e todas as vozes serão ouvidas com a mesma atenção.
Porque se o sol nasce para todos, nós não admitidos eclipses, nem parcias nem totais!


Uma coisa é pior que a injustiça: a compaixão que cruza os braços – Francis Cirino
Obrigado

Geração 21

DC

Bem Vindos à Geração 21

Olá!
Bem vindos ao blog da Geração 21.
Pretendemos, na continuidade dos modelos de discussão política-económico-social, comentar a actualidade do país e do mundo. Expressar a opinião daqueles que assitem à vida política e ao percorrer de um caminho, muitas vezes errado é o nosso objectivo. É o objectivo daqueles que por motivos de força maior não podem participar mais activamente na vida política.
Não é por aí que nos calam. Lutaremos com a palavra para um país melhor, mais justo, mais evoluído, para que possa, uma vez mais, representar a apoteose do mundo moderno e voltar a erguer-se como coroa da Europa e quiçá mais além.
Aceitamos toda e qualquer participação desde que construtiva.

Participem e lutem por um Portugal Melhor!!
Geração 21
DC