
Fala-se muito a liberdade de expressão, em especial da sua não cooexistência com os poderes políticos e judiciais. Fala-se muito da liberdade de expressão e de um novo lápis azul que deambula por esquinas e fachadas perseguindo o que quer e riscando o que lhe mandam. Fala-se muito na liberdade de expressão, mas nos devidos efeitos da sua concretização, ela esconde-se.
Ninguém se preocupe, temos salvador(es)!!
O parlamento (poder político) vai investigar se a liberdade de expressão, em concreto de certos Jornalistas e de certas redacções(poder "social") voi adulterada por políticos e em concreto pelo governo e respectivos subordinados (poder político). Peço desculpa às sensibilidades frágeis mais é uma redundância colocar o poder político, mesmo que numa reunião de "Ética" a investigar ele próprio o poder político. Subordinados do governo protegem o governo. Oposição agarra armas para lutar. Não ficaremos convencidos, mesmo com 50 convidados especiais penso que a dúvida ficará e irá deambulando vagorosamente no tempo tal como o freeport, a face oculta, etc.
Mário Crespo levou uma camisola afirmando que não tinha sido processado por José Socrates. Manuela Moura Guedes contou a história completa das suas desavenças já com Cavaco Silva e todos os outros, com reincidência em José Sócrates. Ilibou Guterres...
Um circo.
A liberdade de expressão deve sim ser preservada mas deve-se ter cuidado com a mistura de poderes, político e social, social e pessoal. Se se afirmam jornalistas, enfatizando o facto de que não deixam de ser cidadãos, na qualidade de JORNALISTAS não podem de modo algum opiniar. Um jornalista, meus caros, não opina, transmite informação e factos factuais, reais, com provas com certezas e sem especulações. Se quer escrever crónicas criticando algo político, alguma situação, não assine como jornalista, assine como cidadão (independente). Não admito censuras a cidadãos, não acho correcto quebrar a liberdade de expressão. Agoa a grupos profissionais com códigos deontológicos acho que deve existir alguma contenção na forma como, no acto da sua profissão e de serviço público, expressam a sua opinião que muitas vezes não nos interessa.
Limitemos à nossa situação.
Não sejamos hipócritas.
Penso que a liberdade e com incdência na de expressão tem pano para mangas a ser discutido. E pode-se afrmar que não sou dos mais entussásticos apoiantes das liberdades individuais e colectivas, mas acho importante que o cidadão se expresse e participe na via política social da sua socdae, que seja uma parte activa nela.
Obrigado
Quanto à Comissão de Ética: ah ah ah. Estes políticos são cada vez mais engraçados. Agora querem brincar ao faz de conta que alguém influente em Portugal pode alguma vez ser acusado do que quer que seja. Sempre vão divertindo o país.
ResponderEliminarQuanto à liberdade de expressão vs profissionalismo...
Do meu ponto de vista (liberal), se reconheço a qualquer idiota o direito de dizer o que bem entender, porque não a um jornalista, o qual se presume que saiba minimamente do que está a falar? Mas o problema aqui discutido não é exactamente esse, e terei de concordar que, se um jornalista quer opinar, então que o faça como cidadão e não como profissional. A partir do momento em que os jornalistas deixam as suas convicções interferir no seu trabalho, é um serviço público que está a ser corrompido. E não se brinca com isso: informação é poder.
Parabéns pelo blog, já agora. Estamos à espera do próximo post.