Estamos em crise!
Pelos vistos ao fim de 36 anos de Dmocraciaa estamos numa crise. Mentira! Estamos numa crise desde 1974 mas desta vez ninguém a sabe resolver/desenrascar o pais.
A noção de recuperação económica do nosso caro capitão revela uma morbidade intelectual e uma profunda afásia. A crise cura-se pelo corte nas despesas. Concordo. É necessário cortar no desperdício, sublinho desperdício, incentivando a iniciativa privada ao afloramento de PME's, remetendo o seu negócio para a exportação.
Onde POrtugal NÃO CORTA:
Sócrates contrata 12 motoristas. Ora 12 motoristas para 1 Homem. Ou o senhor não quer motoristas mas acompanhantes ou é simplesmente estúpido. 12, 12, 12 motoristas só para ele, nem se contabiliza os motoristas dos secretários de estado, dos ministros, dos secretários de estado adjuntos, dos secretários e dos empregados da limpeza que necessitam de motorista para o carrinho dos detergentes.
Aula de matemática
Lição nº1
Sumário: noções BÁSICAS de cálculo geométrico e aritmético (vá, as somas e as multiplicações)
12 motoristas
12 ordenados mínimos (pelo menos, vamos supor, embora não corresponda de certeza ao seu ordenado)
ordenado mínimo (aproximadamente para cima)=500€
12*500= 6000€/mês
12meses em 1 ano
12*6000=72 000 € (suficiente para uma casa na Rinchoa)
Ora, estes cálclos equivalem para um Homem, não conto com os outros todos motoristas.´SO OS DO SÓCRATES.
2) Flores : ascendemos aos milhares de €mês em flores.
Acho que em crise ninguém se importa de passear pela AR como um escritório sem flores em vez de jardim. Se os deputados querem ver flores, arranja-se umas cadeiras e a AR e os escritório do Sócrates passará para o JArdim da Estrela
3)Selecção NAcional
Uma vastidão de mentes ignorantes cuja analogia de golos com o ketchup (quando aparece é tudo de uma vez) me ilucida a ignorância. Somos a 2ª selecção cujos quartos de hotel são mais caros (500€/noite/quarto). Ora, quem no seu perfeito juizo gastará:
23 jogadores+3 treinadores e adjuntos (são muitos mais)
26 quartos
500€*26=13 000€
se lá ficarmos um mês:
13000*31 dias=403 000€ fora aviões, garrafas de água, calções, camisolas, etc.
Porquê que os nossos jogadores não podem ficar numa pensão de autoestrada?
Estão na África de Sul para jogar, não de férias num hotel 5 estrelas.
4) Não nomeio mais despesas que poderiam muito bem ser cortadas pois teria aqui o dia inteiro
COISAS EM QUE CORTAMOS ESTUPIDAMENTE:
1)INEM vai parar os helicópetros e mais de 20 ambulâncias.
Sendo a saúde a necessidade básica de vida, preferia que ninguém fosse ao Mundial mas qu existisse ambulâncias caso alguém se sinta mal.
Se o cristiano estivesse em Portugal o INEM não cortava nos helicópetros, o ronaldo podia ter uma insolação e necessitar do helicópetro para se deslocar a Madrid a um Hospital (sim, porque em Portugal não)
2) Aumentamos o IVA dos produtos essenciais com a desculpa que a coca-cola também paga IVA a 5%.
Pra, se o capataz desteburaco negro chamado Portugal tivesse um pingo daquela doença cujo nome ofende o mais alto fncionário - a inteligência - subiria o IVA na coca-cola e em produtos essenciais que podemos viver sem, para os 16 ou 20%.
3) etc...
Está aqui a prova provada da afásia dos políticos. Quem será que ensinou noções de economia e de matemática aos políticos. Posso não fazer exame a matemática a um Domingo mas pareço saber um pouco mais de somas que muitos sábios que deambulam pelo gaioleiro denominado AR.
Obrigado
Geração 21
Como está a Justiça em Portugal?
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Dia de Luto Nacional
A Geração 21, no nome da minha pessoa, informa formalmente os seus leitores que irá aderir ao dia de Luto Nacional, a realizar nos dias 22 e 23 de Maio.
Pela mão de um email informaram me da criação de dois dias de Luto Nacional como forma de protesto pela descredibilização da classe política e os seus excessivos e mais que muitos ordenados.
Indo de encontro às críticas da descredibilização da classe política, muitas vezes aqui referido, adiro formalmente e comprometo-me a me vestir de preto nesses dias.
De uma maneira simbólica esta pode ser o inicio da revolução que tanto precisamos. Um povo farto de ser apontao como a causa da moleza deste país. Um povo farto de sustentar gente que vai para o facebook e recortar jornais para a casa da política, para a casa de Portugal.
O poder é do povo, para o povo é deve ser executado com o povo.
Viva a união.
Viva Portugal.
Pela mão de um email informaram me da criação de dois dias de Luto Nacional como forma de protesto pela descredibilização da classe política e os seus excessivos e mais que muitos ordenados.
Indo de encontro às críticas da descredibilização da classe política, muitas vezes aqui referido, adiro formalmente e comprometo-me a me vestir de preto nesses dias.
De uma maneira simbólica esta pode ser o inicio da revolução que tanto precisamos. Um povo farto de ser apontao como a causa da moleza deste país. Um povo farto de sustentar gente que vai para o facebook e recortar jornais para a casa da política, para a casa de Portugal.
O poder é do povo, para o povo é deve ser executado com o povo.
Viva a união.
Viva Portugal.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Democracia de Abril
Uma vez por ano fala-se de liberdade e da Democracia. Uma vez por ano exaltam-se os valor da República. Uma vez por ano se vendem cravos. Uma vez por ano se quer ser português...
25 do POnto de Vista ´histórico e com base nos seus objectivos iniciais foi um falhanço. A liberdade é relativa e cada vez mais restritiva. Já se ouviram casos de pessoas despedidas por criticarem certos políticos. Jornais acabados por certas conspirações. Comentadores calados por certas declarações. Onde está a liberdade? Onde está Abril?
Abril está nos sonhos ferozes de um povo com garra. 25 é uma data do povo, de Portugal, mas não da evolução. Estamos pior que na ditadura (a niveis económicos). Não me julgem fascista, vejam os dados, as estatísticas. O povo vivia na pobreza... Está bem, e agora como vive o povo? Num pobreza subsidiada. Boa! Se o 25 de Abril serviu para criar subsidio-dependentes. Parabéns, objectivo concretizado. Se a liberdade serve para aumentar a pobreza (ou manter) mas diminuir (sem duvidas) a riqueza de um país? Discuto a sua utilidade.
Em 36 anos de Democracia há uma constante e, não, não se chama liberdade, chama-se crise. Vivemos em crisa. A crise é culpa do passado. A crise é culpa dos EUA. A crise é passageira.
Bem que ela está cá há 36 anos não há quem negue...
Não se culpa a Democracia, culpa-se as ideologias que previram nacionalizações de tudo, as mentes deturpadas que esbanjaram dinheiro em coisas inuteis. Salazar andava em carro próprio. Portugal tinha 1 carro bom para visitantes. Hoje devemos ter comitiva automóvel para dar, vender, mostrar, alugar, oferecer, emprestadar,etc.
Temos gestores que recebem mais que o Presidente dos EUA.
Temos deputados que se inscrevem em Lisboa e moram em Paris.
Temos secretários, adjuntos de secretários. Só falta a em,pregada da limpeza (sem sentido prejurativo, pois é muito mais importante que muitos deputados que aparecem na televisão a jogar solitário, fazer palavras cruzadas, navegarem no youtube, colarem pastilhas, contarem anedotas, lerem jornais; pelo menos a senhora trabalha e trabalha bem porque é muito a seu cargo e o que conta é que a mim parece me limpo) tem assistente de comunicação, assistente para produtos selecionados e um técnico auxiliar adjuntos de escadas e escadarias em graus suspensos e anilhas seleccionadas.
Esbaja-se dinheiro como se não fosse nosso. E quem manda deve sentir isso.
Se eu mandasse, fim aos telemóveis pagos, 1 por ministro e ponto final. Acabaram os carros de luxo. Um para o primeiro ministro ( e já me acho simpático) e 1 ou 2 de luxo para visistas. Ministros.... Meus caros se incentivam os transportes públicos usem-nos como muita gente o faz, ou vão no veiculo proprio que eu vou pensar se pago ao quilómetro.
Cortar nos secretarios e secretarios de estado adjuntos. Centralizar os serviços.
Cortar no desperdício, nem que se tenha de contar as borrachas e fazer oi levantamento dos lápis HB2.
Dispersei-me.
Portugal deve-se orglhar do 25 de Abril e da sua liberdade. Embora os seus filhos não tenham amadrecido convenientemente (depois da contenção vêm os excessos), o 25 de Abril foi, é e será um orgulho para o povo português. è motivo para nos orgulharmos de sermos Portugueses. Revolucioná-mos sem sangue, sem mortes, sem ameças físicas, sem atentados, sem guerras, sem ONU's, sem capacetes azuis. Desenrascá-mos a situação.
"O Povo Unido Chamais será vencido"
è um orgulho a liberdade e o 25 de Abril e, nós, como filhos de Abril devemos nos orgulhar disso, aprender com os erros do passado mas também com as coisas positivas que vimos que resultaram e hoje nos podem ser uteis.
É isto que precisamos hoje.
Precisamos de uma revolução. Re-Instaurar a República Democrática. "Fechar o País para Manuntenção ou Remodelação". Uma revolução do povo, para o povo e com o povo.
"Não me obriguem a ir para a rua lutar"
Vamos "obrigar" todos a ir para a rua, a lutar por um Esado de Direito, a lutar por uma melhor vida, por um Portugal que os nossos antepassados sonharam no 25 dce Abril de 1974.
Lutemos unidos pela Igualdade, Fraternidade e Liberdade.
Vejamos os exemplos positivos de salazar e os de 36 anos de Democracia.
Criemos Portugal. Ergamos este País das Cinzas.
Apostando na credibilidade das instituições, na formação profissional, na qualificação/especialização da mão-de-obra e qualificá-la. Apostemos nas Industrias, na pesca, na agro-pecuária. Revitalizemos o Alentejo e o Interior. Apostemos no turismo. Apostemos na cultura, no teatro, no teatro de revista, no fado, no cinema, nos museus, nos nossos artistas, no nosso espólio.
Apostemos em Portugal.
"DIGO TUDO QUANTO EU SOU
SEREI CRIANÇA OU MALMEQUER
TENHO APENAS O QUE EU DOUE
STE LUGAR QUE NINGUÉM QUER
NESTE PAÍS ONDE EU ESTOU
SEREI TUDO QUANTO EU FIZER
ESTE POVO A QUE ME DOU
NÃO É HOMEM NEM MULHER
PORTUGAL É QUERER DAR A MÃO
SERMOS AMIGOS, TERMOS PÃO
PORTUGAL É TER A VONTADEDE ACABAR COM A SAUDADE
PORTUGAL JÁ TEM IDAD
EPARA O POVO ENTENDER LIBERDADE
PORTUGAL É UMA NAÇÃO
ONDE VIVE O MEU IRMÃO
PORTUGAL AI MEU AMOR
CORAÇÃO DESTA MINHA CANÇÃO
BATE, BATE CORAÇÃO
PARA TERMOS A VIDA MELHOR
José Carlos Ary dos Santos
Viva o 25 de Abril e aqueles que lutaram pela liberdade. Não voltamos a trás logo trabalhemos com a herança que a ditadura e a liberdades nos deixaram e façamos uma revolução que erga de vez este País das Cinzas do Passado e da Lágrima da Saudade.
25 do POnto de Vista ´histórico e com base nos seus objectivos iniciais foi um falhanço. A liberdade é relativa e cada vez mais restritiva. Já se ouviram casos de pessoas despedidas por criticarem certos políticos. Jornais acabados por certas conspirações. Comentadores calados por certas declarações. Onde está a liberdade? Onde está Abril?
Abril está nos sonhos ferozes de um povo com garra. 25 é uma data do povo, de Portugal, mas não da evolução. Estamos pior que na ditadura (a niveis económicos). Não me julgem fascista, vejam os dados, as estatísticas. O povo vivia na pobreza... Está bem, e agora como vive o povo? Num pobreza subsidiada. Boa! Se o 25 de Abril serviu para criar subsidio-dependentes. Parabéns, objectivo concretizado. Se a liberdade serve para aumentar a pobreza (ou manter) mas diminuir (sem duvidas) a riqueza de um país? Discuto a sua utilidade.
Em 36 anos de Democracia há uma constante e, não, não se chama liberdade, chama-se crise. Vivemos em crisa. A crise é culpa do passado. A crise é culpa dos EUA. A crise é passageira.
Bem que ela está cá há 36 anos não há quem negue...
Não se culpa a Democracia, culpa-se as ideologias que previram nacionalizações de tudo, as mentes deturpadas que esbanjaram dinheiro em coisas inuteis. Salazar andava em carro próprio. Portugal tinha 1 carro bom para visitantes. Hoje devemos ter comitiva automóvel para dar, vender, mostrar, alugar, oferecer, emprestadar,etc.
Temos gestores que recebem mais que o Presidente dos EUA.
Temos deputados que se inscrevem em Lisboa e moram em Paris.
Temos secretários, adjuntos de secretários. Só falta a em,pregada da limpeza (sem sentido prejurativo, pois é muito mais importante que muitos deputados que aparecem na televisão a jogar solitário, fazer palavras cruzadas, navegarem no youtube, colarem pastilhas, contarem anedotas, lerem jornais; pelo menos a senhora trabalha e trabalha bem porque é muito a seu cargo e o que conta é que a mim parece me limpo) tem assistente de comunicação, assistente para produtos selecionados e um técnico auxiliar adjuntos de escadas e escadarias em graus suspensos e anilhas seleccionadas.
Esbaja-se dinheiro como se não fosse nosso. E quem manda deve sentir isso.
Se eu mandasse, fim aos telemóveis pagos, 1 por ministro e ponto final. Acabaram os carros de luxo. Um para o primeiro ministro ( e já me acho simpático) e 1 ou 2 de luxo para visistas. Ministros.... Meus caros se incentivam os transportes públicos usem-nos como muita gente o faz, ou vão no veiculo proprio que eu vou pensar se pago ao quilómetro.
Cortar nos secretarios e secretarios de estado adjuntos. Centralizar os serviços.
Cortar no desperdício, nem que se tenha de contar as borrachas e fazer oi levantamento dos lápis HB2.
Dispersei-me.
Portugal deve-se orglhar do 25 de Abril e da sua liberdade. Embora os seus filhos não tenham amadrecido convenientemente (depois da contenção vêm os excessos), o 25 de Abril foi, é e será um orgulho para o povo português. è motivo para nos orgulharmos de sermos Portugueses. Revolucioná-mos sem sangue, sem mortes, sem ameças físicas, sem atentados, sem guerras, sem ONU's, sem capacetes azuis. Desenrascá-mos a situação.
"O Povo Unido Chamais será vencido"
è um orgulho a liberdade e o 25 de Abril e, nós, como filhos de Abril devemos nos orgulhar disso, aprender com os erros do passado mas também com as coisas positivas que vimos que resultaram e hoje nos podem ser uteis.
É isto que precisamos hoje.
Precisamos de uma revolução. Re-Instaurar a República Democrática. "Fechar o País para Manuntenção ou Remodelação". Uma revolução do povo, para o povo e com o povo.
"Não me obriguem a ir para a rua lutar"
Vamos "obrigar" todos a ir para a rua, a lutar por um Esado de Direito, a lutar por uma melhor vida, por um Portugal que os nossos antepassados sonharam no 25 dce Abril de 1974.
Lutemos unidos pela Igualdade, Fraternidade e Liberdade.
Vejamos os exemplos positivos de salazar e os de 36 anos de Democracia.
Criemos Portugal. Ergamos este País das Cinzas.
Apostando na credibilidade das instituições, na formação profissional, na qualificação/especialização da mão-de-obra e qualificá-la. Apostemos nas Industrias, na pesca, na agro-pecuária. Revitalizemos o Alentejo e o Interior. Apostemos no turismo. Apostemos na cultura, no teatro, no teatro de revista, no fado, no cinema, nos museus, nos nossos artistas, no nosso espólio.
Apostemos em Portugal.
"DIGO TUDO QUANTO EU SOU
SEREI CRIANÇA OU MALMEQUER
TENHO APENAS O QUE EU DOUE
STE LUGAR QUE NINGUÉM QUER
NESTE PAÍS ONDE EU ESTOU
SEREI TUDO QUANTO EU FIZER
ESTE POVO A QUE ME DOU
NÃO É HOMEM NEM MULHER
PORTUGAL É QUERER DAR A MÃO
SERMOS AMIGOS, TERMOS PÃO
PORTUGAL É TER A VONTADEDE ACABAR COM A SAUDADE
PORTUGAL JÁ TEM IDAD
EPARA O POVO ENTENDER LIBERDADE
PORTUGAL É UMA NAÇÃO
ONDE VIVE O MEU IRMÃO
PORTUGAL AI MEU AMOR
CORAÇÃO DESTA MINHA CANÇÃO
BATE, BATE CORAÇÃO
PARA TERMOS A VIDA MELHOR
José Carlos Ary dos Santos
Viva o 25 de Abril e aqueles que lutaram pela liberdade. Não voltamos a trás logo trabalhemos com a herança que a ditadura e a liberdades nos deixaram e façamos uma revolução que erga de vez este País das Cinzas do Passado e da Lágrima da Saudade.
"O Povo é quem mais ordena"
Viva o Povo, Viva Portugal
sábado, 24 de abril de 2010
(Trivialidades e Politiquices)
Boa Tarde
Falto à minha palavra agora que vou discutir coisas que não interessam ao país, mas que me revoltam pelo país, logo sinto me autorizado e com estatuto suficiente para comentar.
Nas eleições, os deputados concorrem em listas de partidos (eleições para primeiro ministro) por circulos. Esses círculos correspondem à sua área de residência (acho). POr exemplo, Manuela Ferreira Leite foi cabeça de lista por Lisboa do PSD, Jaime Game pelo PS, etc. Existem circulos com os distritos de Portugal Continetal, Açores, Madeira, Europa, Fora da Europa (Resto do Mundo).
Não compreendo.
Alguém eleito pelo circulo de Lisboa mora em PAris.
Não deveria ter sido eleito pelo circulo europeu?!?
Secalhar mudou de casa....
6 000€/mês
Quantas pessoas podiam ser ajudadas? Poucas mas algumas.
O parlamento digna-se a pagar as viagens para Paris de alguém eleito por Lisboa. existem regras (mesmo que os do circulo de Lisboa não tenham de viver em Lisboa), têm uma x de € para gastar em deslocações. Agora se é eleito por Lisboa, o parlamento é em Lisboa, o avião não se justifica.
Espere até à construção do novo aeroporto de alcochete e se a portela se mantiver, pode voar de Lisboa para Lisboa e aì ofereço-lhe um bilhete com muito gosto.
Não é preseguição, não é pessoal, 6 000€ não faz a diferença. Mas
Mas sabe-se lá quandos € estão a ser desperdiçados, quantos £ estão a fugir.
Estamos em pertíodo de contenção, se nós cidadãos nos temos de conter, eles devem dar o exemplo.
O PEC se peca, peca por todos.
Sim, porque neste país basta-se ganhar mais que o ordenado mínimo, basta-se ganhar 600€ para se ser rico. Tantos ricos andam aì. Nuitos desses ricos não comem. Muitos desses ricos não tratam da sua saúde. Muitos desses ricos pedesm ajuda. Muitos desses ricos ... SÃO POBRES!...
Visto que quem desembolça 6 mil € são os contribuintes, eu não pago a minha parte do bilhete da sra deputada. Por mim não come amendoins.
Desculpem a chinquilhisse polítca que aqui vai, mas é um assunto spra partidário, supra pessoal, supra individual, supra politico, supra etc.
É uma politiquice mas uma politiquice que já me fazia gosma em momentos de pensamento político.
Outra trivialidade é mais importante.
Os políticos estão describilizados.
Até o parlamento está describilizado.
Descobriu-se pastilhas debaixo das mesas dos srºs Drºs, Engºs, Cultos, Sábios deputados nas salas das sessões de inquérito. Até numa delas se descobriu 50 cêntimos agarrados. Já não posso ralhar as crianças que fazem o mesmo. Os deputados que regem o país são piores.
Finalmente estão a representar o povo. O povo cola pastilhas e os deputados representam-os representandos e colando pastilhas por eles, num acto de revolta popular.
Temos crianças a mandar em POrtugal.
Bem, finalmente encontrámos a milionésima razão da decadência deste País... A colagem de pastilhas num acto de revolta insinuante de um povo pró-chiclete, tridentistas e anti bubalus.
Há que expressar esta indignação, mais bubalus é que não.
Queremos estar sorridentes, só tridente nos dentes.
Outro factor são os insultos.
Depois de um par de bandarilhas de um ministro a um politico comunistas, temos um insulto infantil a um politico de esquerda de um partido que na legislatura anterior malhava na direita. Chamo a isto dinamismo politico. (Ainda dizem que vamos mal).
"Manso é a tua tia, pá"
1. Discordância entre géneros.
Mau exemplo para as crinaças que articulam os insultos com uma intuição de génio. Maculino no insulto, masculino na identidade. Nunca ouviram um filho do puto é a tua mãe. Parva é o teu pai"
Existem crianças que insultam melhor que o Primeiro Ministro que, ao contrário dos deputados trident, representa mal o povo. O Povo quer insultos com concordância. Nós queremos insultos coerentes e coesos.
2. O Pá
Antes positivo, agora negativo.
A natureza do vocábulo "pá" deve ser explicado a Portugal. è prejurativo? É fofinho? É elogioso?
Portugal e o mundo precisam de saber.
Mais uma vez desculpem por sair do tema deste blogue, uma solução para o futuro, mas não pudemos sequer ter futuro se não alterarmos o presente.~
A credibilização política ´essencial não só para aumentar a confiança dos portugueses mas tamb´+em para aumentar a confiança dos que nos vêm lá de fora.
Já se descridibilizou a Justiça, a Política, educação (avaliação sim não sim, talvz, agora sim mas diferente, ai talvez não, já não sei desisto da avaliação?!?), Cultura, Saúde (aquela gente (população que ficou sem SAP) não percebe nada de Saúde), Obras Públicas (Alcochete Jamais), Ambiente, Economia (bandarilhas), Finanças (não subo impostos, mas os portugueses vão pagar mais impostos que eu subi), Trabalho (ministra desconhece nº de desempregados), Segurança Social.
Há ainda algum ministério, algum resto de Portugal que não esteja Descridibilizado?
Descridibiliza-se Já e Com Urgência Máxima!
Falto à minha palavra agora que vou discutir coisas que não interessam ao país, mas que me revoltam pelo país, logo sinto me autorizado e com estatuto suficiente para comentar.
Nas eleições, os deputados concorrem em listas de partidos (eleições para primeiro ministro) por circulos. Esses círculos correspondem à sua área de residência (acho). POr exemplo, Manuela Ferreira Leite foi cabeça de lista por Lisboa do PSD, Jaime Game pelo PS, etc. Existem circulos com os distritos de Portugal Continetal, Açores, Madeira, Europa, Fora da Europa (Resto do Mundo).
Não compreendo.
Alguém eleito pelo circulo de Lisboa mora em PAris.
Não deveria ter sido eleito pelo circulo europeu?!?
Secalhar mudou de casa....
6 000€/mês
Quantas pessoas podiam ser ajudadas? Poucas mas algumas.
O parlamento digna-se a pagar as viagens para Paris de alguém eleito por Lisboa. existem regras (mesmo que os do circulo de Lisboa não tenham de viver em Lisboa), têm uma x de € para gastar em deslocações. Agora se é eleito por Lisboa, o parlamento é em Lisboa, o avião não se justifica.
Espere até à construção do novo aeroporto de alcochete e se a portela se mantiver, pode voar de Lisboa para Lisboa e aì ofereço-lhe um bilhete com muito gosto.
Não é preseguição, não é pessoal, 6 000€ não faz a diferença. Mas
Mas sabe-se lá quandos € estão a ser desperdiçados, quantos £ estão a fugir.
Estamos em pertíodo de contenção, se nós cidadãos nos temos de conter, eles devem dar o exemplo.
O PEC se peca, peca por todos.
Sim, porque neste país basta-se ganhar mais que o ordenado mínimo, basta-se ganhar 600€ para se ser rico. Tantos ricos andam aì. Nuitos desses ricos não comem. Muitos desses ricos não tratam da sua saúde. Muitos desses ricos pedesm ajuda. Muitos desses ricos ... SÃO POBRES!...
Visto que quem desembolça 6 mil € são os contribuintes, eu não pago a minha parte do bilhete da sra deputada. Por mim não come amendoins.
Desculpem a chinquilhisse polítca que aqui vai, mas é um assunto spra partidário, supra pessoal, supra individual, supra politico, supra etc.
É uma politiquice mas uma politiquice que já me fazia gosma em momentos de pensamento político.
Outra trivialidade é mais importante.
Os políticos estão describilizados.
Até o parlamento está describilizado.
Descobriu-se pastilhas debaixo das mesas dos srºs Drºs, Engºs, Cultos, Sábios deputados nas salas das sessões de inquérito. Até numa delas se descobriu 50 cêntimos agarrados. Já não posso ralhar as crianças que fazem o mesmo. Os deputados que regem o país são piores.
Finalmente estão a representar o povo. O povo cola pastilhas e os deputados representam-os representandos e colando pastilhas por eles, num acto de revolta popular.
Temos crianças a mandar em POrtugal.
Bem, finalmente encontrámos a milionésima razão da decadência deste País... A colagem de pastilhas num acto de revolta insinuante de um povo pró-chiclete, tridentistas e anti bubalus.
Há que expressar esta indignação, mais bubalus é que não.
Queremos estar sorridentes, só tridente nos dentes.
Outro factor são os insultos.
Depois de um par de bandarilhas de um ministro a um politico comunistas, temos um insulto infantil a um politico de esquerda de um partido que na legislatura anterior malhava na direita. Chamo a isto dinamismo politico. (Ainda dizem que vamos mal).
"Manso é a tua tia, pá"
1. Discordância entre géneros.
Mau exemplo para as crinaças que articulam os insultos com uma intuição de génio. Maculino no insulto, masculino na identidade. Nunca ouviram um filho do puto é a tua mãe. Parva é o teu pai"
Existem crianças que insultam melhor que o Primeiro Ministro que, ao contrário dos deputados trident, representa mal o povo. O Povo quer insultos com concordância. Nós queremos insultos coerentes e coesos.
2. O Pá
Antes positivo, agora negativo.
A natureza do vocábulo "pá" deve ser explicado a Portugal. è prejurativo? É fofinho? É elogioso?
Portugal e o mundo precisam de saber.
Mais uma vez desculpem por sair do tema deste blogue, uma solução para o futuro, mas não pudemos sequer ter futuro se não alterarmos o presente.~
A credibilização política ´essencial não só para aumentar a confiança dos portugueses mas tamb´+em para aumentar a confiança dos que nos vêm lá de fora.
Já se descridibilizou a Justiça, a Política, educação (avaliação sim não sim, talvz, agora sim mas diferente, ai talvez não, já não sei desisto da avaliação?!?), Cultura, Saúde (aquela gente (população que ficou sem SAP) não percebe nada de Saúde), Obras Públicas (Alcochete Jamais), Ambiente, Economia (bandarilhas), Finanças (não subo impostos, mas os portugueses vão pagar mais impostos que eu subi), Trabalho (ministra desconhece nº de desempregados), Segurança Social.
Há ainda algum ministério, algum resto de Portugal que não esteja Descridibilizado?
Descridibiliza-se Já e Com Urgência Máxima!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
O PEC Peca por Ser Privatizador
Boa Tarde
O nosso PEC é, corrijo, deveria ser, um instrumento do governo português, que após apresentado junto dos "nossos patrões" externos permitisse a eEstabilidade e o Cresciento da economia portuguesa, a partir de um período de 4 anos, que é, por assim dizer, o prazo de validade do Plano de Estabilidade e Crescimento.
Como já dito por muitos, eu reitero, o PEC de nada serve!...
O PEC é um penso rápido, esburacado e com pouca cola e gaze para uma ferida que só lá vai aos pontos.
O PEC garante estabilidade na medida que, através de algumas medidas radicais e "inlógicas" mandam areia pos olhos. Azar, azar, não está vento em Bruxelas e eles usam óculos com lentes "Essilor", ou seja, Veem Muito Bem. Não convence Bruxelas, não convence Portugal e não convence as agências de rating que nos perimtem o respirar brando, calmo, sereno mas activo da nossa economia.
Estão propostas, entre muitas outras, as privatizações. Ora, para quem não tem a noção, isto é mais ou menos assim. Após o 25 de Abril houve uma excente de nacionalizações - empresas privadas que o Estado comprou- e ao longo dos anos algumas são re-privatizadas e outras nacionalizadas. Exemplo de nacionalização recente, está o BPN, uma instituição financeira que resulta uma despesa elevada, mas infelizmente necessária. Actualmente, o Estado está inserido em muitas empresas privadas como accionista e detentor de Golden Shares (accionista com um voto, digamos, mas importante que os outros), como na PT.
Privatizar-se-à: CTT, ANA, TAP, GALP, etc.
Ora estas empresas fornecem lucro e o Estado, embora muitos não aceitem esta visão, é uma empresa. Tem trabalhadores a seu cargo e, além do mais, tem a imposição de funcionar commo agregador social e segurador, estabilizador do mesmo. Assim a visão do estado é uma visão de Portugal, logo o facto de o Estado ter, por uma vez que seja, lucro e o poder direccionar para a modernização de infraestruturas ou paraa auxílio social, não é crime. è Boa acção!....
aS PRIVATIZAÇÕES GERAM DINHEIRO IMEDIATO. lUCRO IMEDIATO. tAPAM O BURACO DO DESCALABRO FINANCEIRO IMEDIATAMENTE.
Portugal não pode trabalhar para o imediato, memso num programa de aplicação em 4 anos. Devemos garantuir não só estabilidade, ponto em que também é insuficiente, mas crescimento, ponto e que não apresenta nenhuma proposta significativa.
Pontos bons: fez o governo acordar para a necessidade de equilibrar as contas públicas, pois pré-eleccionismo que acreditava que obras faraónicas gerariam lucro e emprego e que só depois se apercebeu da verdade e conclui que não há meios financeiros que sustêm tal visão reduccionária de economia e de desenvolvimento sustentável.
A tributação das mais valias garante tambem estabilidade e é uma medidaque pode ser não imediata.
O Nosso PEC está de tal forma bem estruturado que, mesmo antes da sua execução e até da sua apresentação a Bruxelas, já está desactualizado, descontextualizado. A necessitar de revisão (e quiçá de um orçamento rectificativo que articule as novas decisões com o OE de 2010).
As privatizações geram dinheiro agora, aquando da sua venda, mas num futuro, o estado perde e muito, pois essas empresas que geravam lucro, já ao Estado nada pertencem, já ao estado nada devem. Continuamos assim a dar dinheiro fácil a empresários multibiliónários e a encher os cofres do estado por alguns dias, só para inglês (alemão, francês, europeu) ver.
O nosso PEC é, corrijo, deveria ser, um instrumento do governo português, que após apresentado junto dos "nossos patrões" externos permitisse a eEstabilidade e o Cresciento da economia portuguesa, a partir de um período de 4 anos, que é, por assim dizer, o prazo de validade do Plano de Estabilidade e Crescimento.
Como já dito por muitos, eu reitero, o PEC de nada serve!...
O PEC é um penso rápido, esburacado e com pouca cola e gaze para uma ferida que só lá vai aos pontos.
O PEC garante estabilidade na medida que, através de algumas medidas radicais e "inlógicas" mandam areia pos olhos. Azar, azar, não está vento em Bruxelas e eles usam óculos com lentes "Essilor", ou seja, Veem Muito Bem. Não convence Bruxelas, não convence Portugal e não convence as agências de rating que nos perimtem o respirar brando, calmo, sereno mas activo da nossa economia.
Estão propostas, entre muitas outras, as privatizações. Ora, para quem não tem a noção, isto é mais ou menos assim. Após o 25 de Abril houve uma excente de nacionalizações - empresas privadas que o Estado comprou- e ao longo dos anos algumas são re-privatizadas e outras nacionalizadas. Exemplo de nacionalização recente, está o BPN, uma instituição financeira que resulta uma despesa elevada, mas infelizmente necessária. Actualmente, o Estado está inserido em muitas empresas privadas como accionista e detentor de Golden Shares (accionista com um voto, digamos, mas importante que os outros), como na PT.
Privatizar-se-à: CTT, ANA, TAP, GALP, etc.
Ora estas empresas fornecem lucro e o Estado, embora muitos não aceitem esta visão, é uma empresa. Tem trabalhadores a seu cargo e, além do mais, tem a imposição de funcionar commo agregador social e segurador, estabilizador do mesmo. Assim a visão do estado é uma visão de Portugal, logo o facto de o Estado ter, por uma vez que seja, lucro e o poder direccionar para a modernização de infraestruturas ou paraa auxílio social, não é crime. è Boa acção!....
aS PRIVATIZAÇÕES GERAM DINHEIRO IMEDIATO. lUCRO IMEDIATO. tAPAM O BURACO DO DESCALABRO FINANCEIRO IMEDIATAMENTE.
Portugal não pode trabalhar para o imediato, memso num programa de aplicação em 4 anos. Devemos garantuir não só estabilidade, ponto em que também é insuficiente, mas crescimento, ponto e que não apresenta nenhuma proposta significativa.
Pontos bons: fez o governo acordar para a necessidade de equilibrar as contas públicas, pois pré-eleccionismo que acreditava que obras faraónicas gerariam lucro e emprego e que só depois se apercebeu da verdade e conclui que não há meios financeiros que sustêm tal visão reduccionária de economia e de desenvolvimento sustentável.
A tributação das mais valias garante tambem estabilidade e é uma medidaque pode ser não imediata.
O Nosso PEC está de tal forma bem estruturado que, mesmo antes da sua execução e até da sua apresentação a Bruxelas, já está desactualizado, descontextualizado. A necessitar de revisão (e quiçá de um orçamento rectificativo que articule as novas decisões com o OE de 2010).
As privatizações geram dinheiro agora, aquando da sua venda, mas num futuro, o estado perde e muito, pois essas empresas que geravam lucro, já ao Estado nada pertencem, já ao estado nada devem. Continuamos assim a dar dinheiro fácil a empresários multibiliónários e a encher os cofres do estado por alguns dias, só para inglês (alemão, francês, europeu) ver.
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segunda-feira, 22 de março de 2010
"Isto é Tudo um Economicismo"
Meus Caros, soube há umas semanas que tudo o nosso mundo é um economicismo, isto afirmado com grande choque e represa por este mundo consumista e ligado à máquina que um dia irá devorar o Homem numa espiral de facilitações e botões que a nada mais levarão, senão a um facilitismo prático e a uma debilidade mental.
Teorias das conspiração salpicadas com umas idealogis extremistas, vindas de um individuo que parece não estar nesse eixo político. Realço que não estou a tecer comentários nem injúrias a qualquer e todo o tipo de ideologias, respectiva afirmação e militância, sendo de notar que é importante uma variedade de ideologias políticas. Além do mais, os autores deste blogue não estão, até à pesente data, filiados em partidos e este blogue não se destina a discutir ideologias políticas, não se envolve em "politiquices" nem afirma nenhuma, mesmo que «pseudo» militância, ou apoio a nenhum partido ou ideologia política.
O mundo evoluiu.
O mundo cresceu e aprendeu a dar-se com ele mesmo.
Se é bom, discutível.
Se se pode voltar atrás, não.
Se é mau, discutível.
O mundo gira na economia, os poderosos são os que melhor desempenham economia, os ricos e poderosos.
Quiçá, Portugal não se afirma por causa disso (deixarei este tópico para o 3º dos textos).
Não devemos ter medo da economia, devemos aliar-nos a ela e construir um país estável e seguro de si, baseado em alicerces firmes e sólidos mas que mesmo assim nos permitam a sua manuntenção.
Saíamos da poltrona dos pensamentos abstractos. Numa sociedade e na vida política, devemos ter cuidado com as abstracções, pois, como dizia Kant, "Isso é válido em teoria, mas de nada vale na prática". É esta correlação de teoria e de prática que nos prende ao concreto e nos permite apenas uns leves suspiros de abstracto
Largar o cadeirão, o cachimbo, o solipcismo, o pensamento abstracto, o discutir tudo, o por tudo em causa, o acreditar só no real, o criticar a máquina, filho pródigo das péssimas ciências exactas.
È muito bonito discutir teorias e sou dos primeiros a partir para o abstracto nesses casos, mas no que toca a política, a sociedade, parte-se do concreto, das necessidades reais de um país e de uma população asfixiada em burocracia, impostos e desemprego. Em salvaguardas travestidas em magos de horizonte. Em ilusionismos débeis que nos mostram a cauda na cortina mas à qual não olhamos por medo, talvez, receio, não sei...
Isto é tudo um economicismo e não é com o despertar do medo e posterior partida com iphone na mão, chave do carro na outra, auriculares nos ouvidos, óculos de sol, salto alto... e cair na realidade.
"Gente a cair é o que há mais".
É verdade isto é um economicismo. São acções, empresas, finanças, empréstimos e spreads, palavras caras que não conhecemos sem querer. Devemos confretenizar com o economicismo e, mesmo criticando e despertando para a realidade que estamos a cair numa sociedade de facilitismos, mas admitir, também, que gostamos desse facilitismo (se não gostássemos andávamos todos a pé).
Não tenhais medo do economicismo. Aprende a viver com ele. Parte de ovem com o mínimo de conhecimentos para viveres num mundo com muitas regras económicas de forte carácter social e político.
Isto é tudo um economicismo e é por isso que nos debruçamos sobre a econoomia, sobre este país que caminha além do precípicio, fechando os olhos e rezando a um Ente Superior, não que não caia, mas que caia num sítio «fofinho», como sempre se fez em Portugal.
Isto é tudo um economicismo!...
Obrigado
Teorias das conspiração salpicadas com umas idealogis extremistas, vindas de um individuo que parece não estar nesse eixo político. Realço que não estou a tecer comentários nem injúrias a qualquer e todo o tipo de ideologias, respectiva afirmação e militância, sendo de notar que é importante uma variedade de ideologias políticas. Além do mais, os autores deste blogue não estão, até à pesente data, filiados em partidos e este blogue não se destina a discutir ideologias políticas, não se envolve em "politiquices" nem afirma nenhuma, mesmo que «pseudo» militância, ou apoio a nenhum partido ou ideologia política.
O mundo evoluiu.
O mundo cresceu e aprendeu a dar-se com ele mesmo.
Se é bom, discutível.
Se se pode voltar atrás, não.
Se é mau, discutível.
O mundo gira na economia, os poderosos são os que melhor desempenham economia, os ricos e poderosos.
Quiçá, Portugal não se afirma por causa disso (deixarei este tópico para o 3º dos textos).
Não devemos ter medo da economia, devemos aliar-nos a ela e construir um país estável e seguro de si, baseado em alicerces firmes e sólidos mas que mesmo assim nos permitam a sua manuntenção.
Saíamos da poltrona dos pensamentos abstractos. Numa sociedade e na vida política, devemos ter cuidado com as abstracções, pois, como dizia Kant, "Isso é válido em teoria, mas de nada vale na prática". É esta correlação de teoria e de prática que nos prende ao concreto e nos permite apenas uns leves suspiros de abstracto
Largar o cadeirão, o cachimbo, o solipcismo, o pensamento abstracto, o discutir tudo, o por tudo em causa, o acreditar só no real, o criticar a máquina, filho pródigo das péssimas ciências exactas.
È muito bonito discutir teorias e sou dos primeiros a partir para o abstracto nesses casos, mas no que toca a política, a sociedade, parte-se do concreto, das necessidades reais de um país e de uma população asfixiada em burocracia, impostos e desemprego. Em salvaguardas travestidas em magos de horizonte. Em ilusionismos débeis que nos mostram a cauda na cortina mas à qual não olhamos por medo, talvez, receio, não sei...
Isto é tudo um economicismo e não é com o despertar do medo e posterior partida com iphone na mão, chave do carro na outra, auriculares nos ouvidos, óculos de sol, salto alto... e cair na realidade.
"Gente a cair é o que há mais".
É verdade isto é um economicismo. São acções, empresas, finanças, empréstimos e spreads, palavras caras que não conhecemos sem querer. Devemos confretenizar com o economicismo e, mesmo criticando e despertando para a realidade que estamos a cair numa sociedade de facilitismos, mas admitir, também, que gostamos desse facilitismo (se não gostássemos andávamos todos a pé).
Não tenhais medo do economicismo. Aprende a viver com ele. Parte de ovem com o mínimo de conhecimentos para viveres num mundo com muitas regras económicas de forte carácter social e político.
Isto é tudo um economicismo e é por isso que nos debruçamos sobre a econoomia, sobre este país que caminha além do precípicio, fechando os olhos e rezando a um Ente Superior, não que não caia, mas que caia num sítio «fofinho», como sempre se fez em Portugal.
Isto é tudo um economicismo!...
Obrigado
Novo Capítulo - Economia
Boa Tarde
Perante os recentes acontecimentos, o blog da Geração 21 debruça-se agora sobre a economia deste país. Numa série de 3 textos, Isto é tudo um economicismo, O PEC peca por ser Privatizador e, por ultimo, Noções Básicas de Economia para Portugal a curto, médio e longo prazo.
Posto isto, encerro o tema da liberdade de expressão, que voltará para mais desenvolvimentos, e começo a dita série de temas ligados à economia. Pretendo assim alertar para os assuntos concretos de economia, na sua vertente mais prática, sendo de frisar que nenhum de nós estuda economia ou está directamente ligado a ela, sendo os conhecimentos de carácter puramente prático e, quiçá, proveniente de leituras relacionadas.
A todos os que acompanham um grande obrigado por incentivarem este movimento de jovens que pretende "pegar o mundo pelos cornos da desgraça e fazer da tristeza graça".
Obrigado
Geração 21
Perante os recentes acontecimentos, o blog da Geração 21 debruça-se agora sobre a economia deste país. Numa série de 3 textos, Isto é tudo um economicismo, O PEC peca por ser Privatizador e, por ultimo, Noções Básicas de Economia para Portugal a curto, médio e longo prazo.
Posto isto, encerro o tema da liberdade de expressão, que voltará para mais desenvolvimentos, e começo a dita série de temas ligados à economia. Pretendo assim alertar para os assuntos concretos de economia, na sua vertente mais prática, sendo de frisar que nenhum de nós estuda economia ou está directamente ligado a ela, sendo os conhecimentos de carácter puramente prático e, quiçá, proveniente de leituras relacionadas.
A todos os que acompanham um grande obrigado por incentivarem este movimento de jovens que pretende "pegar o mundo pelos cornos da desgraça e fazer da tristeza graça".
Obrigado
Geração 21
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