Como está a Justiça em Portugal?

sábado, 24 de abril de 2010

(Trivialidades e Politiquices)

Boa Tarde
Falto à minha palavra agora que vou discutir coisas que não interessam ao país, mas que me revoltam pelo país, logo sinto me autorizado e com estatuto suficiente para comentar.
Nas eleições, os deputados concorrem em listas de partidos (eleições para primeiro ministro) por circulos. Esses círculos correspondem à sua área de residência (acho). POr exemplo, Manuela Ferreira Leite foi cabeça de lista por Lisboa do PSD, Jaime Game pelo PS, etc. Existem circulos com os distritos de Portugal Continetal, Açores, Madeira, Europa, Fora da Europa (Resto do Mundo).
Não compreendo.
Alguém eleito pelo circulo de Lisboa mora em PAris.
Não deveria ter sido eleito pelo circulo europeu?!?
Secalhar mudou de casa....
6 000€/mês
Quantas pessoas podiam ser ajudadas? Poucas mas algumas.
O parlamento digna-se a pagar as viagens para Paris de alguém eleito por Lisboa. existem regras (mesmo que os do circulo de Lisboa não tenham de viver em Lisboa), têm uma x de € para gastar em deslocações. Agora se é eleito por Lisboa, o parlamento é em Lisboa, o avião não se justifica.
Espere até à construção do novo aeroporto de alcochete e se a portela se mantiver, pode voar de Lisboa para Lisboa e aì ofereço-lhe um bilhete com muito gosto.
Não é preseguição, não é pessoal, 6 000€ não faz a diferença. Mas
Mas sabe-se lá quandos € estão a ser desperdiçados, quantos £ estão a fugir.
Estamos em pertíodo de contenção, se nós cidadãos nos temos de conter, eles devem dar o exemplo.
O PEC se peca, peca por todos.
Sim, porque neste país basta-se ganhar mais que o ordenado mínimo, basta-se ganhar 600€ para se ser rico. Tantos ricos andam aì. Nuitos desses ricos não comem. Muitos desses ricos não tratam da sua saúde. Muitos desses ricos pedesm ajuda. Muitos desses ricos ... SÃO POBRES!...
Visto que quem desembolça 6 mil € são os contribuintes, eu não pago a minha parte do bilhete da sra deputada. Por mim não come amendoins.
Desculpem a chinquilhisse polítca que aqui vai, mas é um assunto spra partidário, supra pessoal, supra individual, supra politico, supra etc.
É uma politiquice mas uma politiquice que já me fazia gosma em momentos de pensamento político.
Outra trivialidade é mais importante.
Os políticos estão describilizados.
Até o parlamento está describilizado.
Descobriu-se pastilhas debaixo das mesas dos srºs Drºs, Engºs, Cultos, Sábios deputados nas salas das sessões de inquérito. Até numa delas se descobriu 50 cêntimos agarrados. Já não posso ralhar as crianças que fazem o mesmo. Os deputados que regem o país são piores.
Finalmente estão a representar o povo. O povo cola pastilhas e os deputados representam-os representandos e colando pastilhas por eles, num acto de revolta popular.
Temos crianças a mandar em POrtugal.
Bem, finalmente encontrámos a milionésima razão da decadência deste País... A colagem de pastilhas num acto de revolta insinuante de um povo pró-chiclete, tridentistas e anti bubalus.
Há que expressar esta indignação, mais bubalus é que não.
Queremos estar sorridentes, só tridente nos dentes.
Outro factor são os insultos.
Depois de um par de bandarilhas de um ministro a um politico comunistas, temos um insulto infantil a um politico de esquerda de um partido que na legislatura anterior malhava na direita. Chamo a isto dinamismo politico. (Ainda dizem que vamos mal).
"Manso é a tua tia, pá"
1. Discordância entre géneros.
Mau exemplo para as crinaças que articulam os insultos com uma intuição de génio. Maculino no insulto, masculino na identidade. Nunca ouviram um filho do puto é a tua mãe. Parva é o teu pai"
Existem crianças que insultam melhor que o Primeiro Ministro que, ao contrário dos deputados trident, representa mal o povo. O Povo quer insultos com concordância. Nós queremos insultos coerentes e coesos.
2. O Pá
Antes positivo, agora negativo.
A natureza do vocábulo "pá" deve ser explicado a Portugal. è prejurativo? É fofinho? É elogioso?
Portugal e o mundo precisam de saber.

Mais uma vez desculpem por sair do tema deste blogue, uma solução para o futuro, mas não pudemos sequer ter futuro se não alterarmos o presente.~
A credibilização política ´essencial não só para aumentar a confiança dos portugueses mas tamb´+em para aumentar a confiança dos que nos vêm lá de fora.
Já se descridibilizou a Justiça, a Política, educação (avaliação sim não sim, talvz, agora sim mas diferente, ai talvez não, já não sei desisto da avaliação?!?), Cultura, Saúde (aquela gente (população que ficou sem SAP) não percebe nada de Saúde), Obras Públicas (Alcochete Jamais), Ambiente, Economia (bandarilhas), Finanças (não subo impostos, mas os portugueses vão pagar mais impostos que eu subi), Trabalho (ministra desconhece nº de desempregados), Segurança Social.
Há ainda algum ministério, algum resto de Portugal que não esteja Descridibilizado?
Descridibiliza-se Já e Com Urgência Máxima!

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