Como está a Justiça em Portugal?

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O PEC Peca por Ser Privatizador

Boa Tarde
O nosso PEC é, corrijo, deveria ser, um instrumento do governo português, que após apresentado junto dos "nossos patrões" externos permitisse a eEstabilidade e o Cresciento da economia portuguesa, a partir de um período de 4 anos, que é, por assim dizer, o prazo de validade do Plano de Estabilidade e Crescimento.
Como já dito por muitos, eu reitero, o PEC de nada serve!...
O PEC é um penso rápido, esburacado e com pouca cola e gaze para uma ferida que só lá vai aos pontos.
O PEC garante estabilidade na medida que, através de algumas medidas radicais e "inlógicas" mandam areia pos olhos. Azar, azar, não está vento em Bruxelas e eles usam óculos com lentes "Essilor", ou seja, Veem Muito Bem. Não convence Bruxelas, não convence Portugal e não convence as agências de rating que nos perimtem o respirar brando, calmo, sereno mas activo da nossa economia.
Estão propostas, entre muitas outras, as privatizações. Ora, para quem não tem a noção, isto é mais ou menos assim. Após o 25 de Abril houve uma excente de nacionalizações - empresas privadas que o Estado comprou- e ao longo dos anos algumas são re-privatizadas e outras nacionalizadas. Exemplo de nacionalização recente, está o BPN, uma instituição financeira que resulta uma despesa elevada, mas infelizmente necessária. Actualmente, o Estado está inserido em muitas empresas privadas como accionista e detentor de Golden Shares (accionista com um voto, digamos, mas importante que os outros), como na PT.
Privatizar-se-à: CTT, ANA, TAP, GALP, etc.
Ora estas empresas fornecem lucro e o Estado, embora muitos não aceitem esta visão, é uma empresa. Tem trabalhadores a seu cargo e, além do mais, tem a imposição de funcionar commo agregador social e segurador, estabilizador do mesmo. Assim a visão do estado é uma visão de Portugal, logo o facto de o Estado ter, por uma vez que seja, lucro e o poder direccionar para a modernização de infraestruturas ou paraa auxílio social, não é crime. è Boa acção!....
aS PRIVATIZAÇÕES GERAM DINHEIRO IMEDIATO. lUCRO IMEDIATO. tAPAM O BURACO DO DESCALABRO FINANCEIRO IMEDIATAMENTE.
Portugal não pode trabalhar para o imediato, memso num programa de aplicação em 4 anos. Devemos garantuir não só estabilidade, ponto em que também é insuficiente, mas crescimento, ponto e que não apresenta nenhuma proposta significativa.
Pontos bons: fez o governo acordar para a necessidade de equilibrar as contas públicas, pois pré-eleccionismo que acreditava que obras faraónicas gerariam lucro e emprego e que só depois se apercebeu da verdade e conclui que não há meios financeiros que sustêm tal visão reduccionária de economia e de desenvolvimento sustentável.
A tributação das mais valias garante tambem estabilidade e é uma medidaque pode ser não imediata.
O Nosso PEC está de tal forma bem estruturado que, mesmo antes da sua execução e até da sua apresentação a Bruxelas, já está desactualizado, descontextualizado. A necessitar de revisão (e quiçá de um orçamento rectificativo que articule as novas decisões com o OE de 2010).
As privatizações geram dinheiro agora, aquando da sua venda, mas num futuro, o estado perde e muito, pois essas empresas que geravam lucro, já ao Estado nada pertencem, já ao estado nada devem. Continuamos assim a dar dinheiro fácil a empresários multibiliónários e a encher os cofres do estado por alguns dias, só para inglês (alemão, francês, europeu) ver.

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